Na última semana recebi dois e-mails interessantes, de pessoas que leram um post aqui nesse blog sobre depressão e o mercado de trabalho, que me fizeram pensar.
Andei refletindo sobre isso, e acho que chegou a hora de tomar uma decisão importante: bater um papo com a minha médica e começar o processo para, finalmente, parar de tomar a Venlafaxina. É um processo lento, o de parar de usar um anti-depressivo, e não é uma decisão a ser tomada de forma leviana. Eu nem me lembro mais direito da data, mas deve ter dois ou três anos que eu tomo Venlift, e estou estável já tem algum tempo. Sinto que, nos últimos tempos, ando tomando o remédio mais para evitar os efeitos colaterais horríveis da abstinência (brain zap, tremedeira, etc.) do que para manter o meu humor estável. Claro que as coisas não são tão simples assim: Depressão é uma doença que afeta a forma como seu cérebro lida com duas coisas: a produção de serotonina cai e a de cortisona vai às alturas. A função do remédio é, justamente, regular a produção dessas duas substâncias. Teoricamente, depois de algum tempo sendo estimulado artificialmente a manter os níveis de produção de serotonina e outros neurotransmissores, o cérebro se adapta e consegue manter esses níveis sem o medicamento.
Tem gente que simplesmente acha que ficou boa porque não se sente mais deprimida e pára de tomar os remédios por conta própria, daí tem recaídas horrorosas. Eu já me conformei com a idéia de ter de tomar o remédio para o resto da vida, ou enquanto ele funcionasse, até porque anti-depressivos têm isso: seu corpo se acostuma com eles e você precisa trocar de medicamento. Aconteceu comigo várias vezes ao longo dos anos. Por isso, nada de decisões estúpidas deste lado aqui do teclado: um longo papo com a minha psiq e a opinião dela se devo apenas reduzir a dosagem ou eliminar de vez o remédio da minha vida é fundamental. Eu me sinto curada. E feliz com isso, é inacreditável, nunca pensei que uma pessoa que tem depressão desde criança pudesse se libertar do câncer que devora a alma.
Não que eu não tenha recaídas, e é outra coisa que quero abordar com a doutora: eu fico deprimida, sim, mesmo com remédio, na época da TPM. Fico surtadinha. Tenho recaída, inclusive, da síndrome de pânico. Mas acredite em mim: é um GRANDE alívio saber que a crise só vai durar umas horas. Eu posso viver com isso. É muuuuuuiiiito melhor e aceitável do que ter crises que duram anos. E claro que eu pretendo traçar um plano de ação para tornar a vida menos insuportável para mim e as pessoas que têm de conviver comigo durante a TPM rs...
É estranho, e maravilhoso, me sentir curada. Quando eu leio emails como os que recebi, e quando eu lembro que ano passado, quando eu estava na emergência do hospital por conta da operação de retirada da vesícula, na maca ao lado da minha tinha uma menina linda que tinha tentado suicídio, as palavras dela, o olhar, tudo, e eu me vi algum tempo atrás, eu sei como ela se sentia, a dor, a solidão, o cansaço imenso de estar viva, eu estava correndo o risco de morrer naquela maca mas estava tão viva, e disse a ela que tinha passado por aquilo, que apesar de tudo valia a pena ela lutar para sair daquela situação, parecia impossível mas acontecia, e ela disse que ninguém entendia o que estava acontecendo com ela, família, marido, ninguém... e aconteceu comigo, meu pai dizia que era frescura, tanto preconceito, eu precisei ficar doente de uma forma muito grave para perceberem que era uma doença de verdade... eu disse isso a ela, disse que EU entendia, que EU passei por aquilo e que eu estava BOA agora. Mesmo numa cama de hospital, eu estava ótima :) e continuo ótima agora :)
Nunca fui tão feliz na vida, tenho um emprego que adoro, um marido/namorado/namorido com quem quero passar o resto da minha vida maravilhoso, que me ama, me adora e me aceita do jeito meio torto que eu sou, um filho lindo que daqui a pouquinho vai fazer 10 anos e motivos fortes para lutar e seguir em frente. E acho que os tempos de depressão grave me deixaram mais sábia e tranquila perante a vida: preciso de pouco para ficar bem e ser feliz, não me aborreço com bobagens nem me irrito com pouca coisa. Paz e carinho dão bastante conta do recado :)
Hum, tá, continuo detestando gente que gosta de ser burra e sendo anti-social, ninguém disse que porque estou curada tenho de ser a Pollyanna. Aliás, Pollyanna de cu é rola >:P
Falando em TPM, comprovei que o motivo pelo qual tive uma recaída do pânico há alguns posts aí embaixo foi ela rs... Como sói acontecer, Murphy me adora e essa semana acumulou TUDO: countdown para a nova versão do site do trabalho, reforma em casa, retirada de dois dentes e, ainda por cima, passei mal horrendamente dias sem entender porque e quinta agora cheguei a ir no hospital e descobrir que o antibiótico teve uma interação medicamentosa maluca com o antidepressivo, o que me fez ter tremores intensos, taquicardia, minha pressão já baixa ficou tão baixa que o medidor de pressão do hospital não conseguia detectar e o enfermeiro teve de medir usando um aparelho manual, fiquei tonta, minha visão ficou alterada, um inferno. Suspendida a Amoxicilina, fiquei boa em poucas horas. Aliás, esse também é um dos motivos pelos quais eu acho que tá na hora de parar com o remédio: se eu conseguir ficar 100% bem sem ele, chegou na fase em que tá fazendo mais mal do que bem. Não vale a pena continuar só pra evitar o withdrawal.
De resto, este post foi motivado pela vontade de compartilhar em público o que eu já compartilhei várias vezes com todos os amigos queridos que me acompanharam e ajudaram ao longo dos anos, e parte de um compromisso teimoso comigo mesma de que FALANDO sobre o que aconteceu comigo, mesmo que eu choque algumas pessoas, mesmo que eu esbarre em preconceitos, besteiras diversas e incompreensão, eu consiga romper um pouco essa barreira, ajudar alguém que pode estar se sentindo agora como eu me senti há uns dois anos atrás (porque o que a gente MAIS sente nessas horas é que NINGUÉM ENTENDE o que a gente está passando - mas quem passou por isso entende SIM, e muito bem) e, quem sabe, diminuir um pouco o preconceito.
Sim, é difícil, demorado, cansativo e extremamente solitário, mas dá para sair de uma crise de depressão profunda sem ser através da solução que passa o tempo todo pela cabeça de quem está deprimido (i.e., se matando). A gente não acredita que dá, acha que não tem mais jeito, que não vale a pena, está tão terrivelmente cansado de tudo e da dor insuportável, mas um pouco de apoio, aceitação, carinho, remédios para resolver a parte detonada do cérebro e terapia para ajudar a sair dessa resolvem sim. Ninguém é mais FORTE do que alguém lutando para vencer uma depressão, por mais fraco que se sinta. E acho que a maior sensação de sair do período de crise é um tremendo alívio pelo fim de toda aquela luta, de finalmente ter paz e poder se dar a chance de curtir a vida e ser feliz.
Vamos ver daqui a algumas semanas como é que o mundo se parece sem a ajuda da pílula azul :P
sábado, agosto 23, 2008
Face your manga Lanika

Rolou um Photoshop básico para acertar a cor do cabelo e da pele, mas ficou legal. O culpado pelo link, naturalmente, é o Nicholas, embora a coisa já tenha se alastrado por meia web :)
sábado, agosto 16, 2008
Posts via Gmail Mobile
... não estão sendo tudo que eu gostaria: os caracteres latinos no post sobre Guerra dos Mundos estavam cagados. Ele insere espaços estranhos no entrelinhas do texto quebrando ele no corpo do e-mal, e, embora a assinatura de e-mail não apareça no corpo da mensagem no Gmail mobile, ela é inserida à revelia e acaba indo pros posts.
Hora de procurar uma alternativa mais decente... O Blogger mobile é meio tosco,e os posts são feitos via SMS. Preciso urgente de um programinha em java decente para blogar pelo celular. Uma pena que a ferramenta que eu usava do AvantGo no Palm não tem um equivalente mobile.
Hora de procurar uma alternativa mais decente... O Blogger mobile é meio tosco,e os posts são feitos via SMS. Preciso urgente de um programinha em java decente para blogar pelo celular. Uma pena que a ferramenta que eu usava do AvantGo no Palm não tem um equivalente mobile.
sexta-feira, agosto 15, 2008
Argh
Acabo de sair do dentista com um siso a menos e mesmo com anestesia
dói tudo. Muito medo de quando a anestesia passar.
**************
UPDATE: Está exatamente tão dolorido quanto eu pensei que estaria, sangrou ao longo do dia, tem um buraco aberto na minha gengiva (não parei pra ver ainda, mas acho que os pontos abriram...) e oficialmente 50% a menos de juízo em mim agora.
E como Murphy me adora, tem encontro dos Webees amanhã, Mercado Mundo Mix e Bienal do Livro beeem no finde em que eu preciso ficar na concha.
dói tudo. Muito medo de quando a anestesia passar.
**************
UPDATE: Está exatamente tão dolorido quanto eu pensei que estaria, sangrou ao longo do dia, tem um buraco aberto na minha gengiva (não parei pra ver ainda, mas acho que os pontos abriram...) e oficialmente 50% a menos de juízo em mim agora.
E como Murphy me adora, tem encontro dos Webees amanhã, Mercado Mundo Mix e Bienal do Livro beeem no finde em que eu preciso ficar na concha.
quinta-feira, agosto 14, 2008
Ansiedade
Então, amanha eu perco mais um siso, e com ele totalizo 50% a menos de juizo. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, a seis horas de distância de mim, Gabriel vai fazer sua primeira prova de recuperação na vida, em matemática. E eu nao estou do lado dele, ajudando, explicando matéria,
dando apoio e abraços e simplesmente estando ali. Eu sei que ele está um bocado nervoso e assustado, e meu coração dói sabendo que tudo o que eu posso fazer é estar presente via telefone.
Sinto a taquicardia velha conhecida, a garganta fechando, a sensação de perigo iminente, que nunca, nunca, nunca se realiza, fica ali eternamente à espreita, sugando minhas energias, a vontade de sair gritando e chorando vetada pela minha auto-crítica - eu choro, tremo,
fico sem ar e passo mal, mas pelo menos nunca fiz uma cena, e quem olha de fora nao sabe que estou tendo uma recaída. Síndrome de pânico é uma merda, eu SEI que amanhã as coisas vão estar bem mas meu coração insiste em disparar, independente do que eu me diga. Ao menos
as crises agora sao raras e passam rápido e eu tenho um porto seguro a meu lado para me confortar e ajudar a crise passar. Mas eu ainda sinto vontade de jogar tudo pro alto para ficar ao lado da minha cria.
dando apoio e abraços e simplesmente estando ali. Eu sei que ele está um bocado nervoso e assustado, e meu coração dói sabendo que tudo o que eu posso fazer é estar presente via telefone.
Sinto a taquicardia velha conhecida, a garganta fechando, a sensação de perigo iminente, que nunca, nunca, nunca se realiza, fica ali eternamente à espreita, sugando minhas energias, a vontade de sair gritando e chorando vetada pela minha auto-crítica - eu choro, tremo,
fico sem ar e passo mal, mas pelo menos nunca fiz uma cena, e quem olha de fora nao sabe que estou tendo uma recaída. Síndrome de pânico é uma merda, eu SEI que amanhã as coisas vão estar bem mas meu coração insiste em disparar, independente do que eu me diga. Ao menos
as crises agora sao raras e passam rápido e eu tenho um porto seguro a meu lado para me confortar e ajudar a crise passar. Mas eu ainda sinto vontade de jogar tudo pro alto para ficar ao lado da minha cria.
quarta-feira, agosto 13, 2008
Guerra dos Mundos
Assistindo o filme na Tela Quente segunda, lembrei de uma coisa que sempre me incomodou na história: o happy ending. Não estou aqui reclamando da história dos vírus que matam marcianos, é bem plausíveluma infecção dessas acontecer, vide o que acontece no contato mesmo das populações indígenas com o homem branco, tantas doenças para as quais eles nunca tiveram anticorpos. O que me irrita é a ingenuidade surreal do final onde depois de passar pelo inferno na Terra, ver centenas de pessoas morrer e ter de viver sei lá quanto tempo escondido num buraco o protagonista simplesmente encontra a mulher dele (ex-mulher no filme), intocada, ilesa, linda e faceira, exatamente no lugar onde ela deveria estar, também devidamente intocado.
Quando o filho adolescente do Tom Cruise apareceu do nada de trás da mãe dele depois de ter supostamente morrido numa explosão meu estômago revirou: pelo menos tivessem a decência de mantê-lo morto!
O final de Guerra dos Mundos parece algo que foi costurado ali de propósito, encaixado às pressas por alguém que precisava dar palpite na história. Meio que reunião de atendimento e marketing com criativos em agência de publicidade, sabe:
- "Olha, eu até gostei da história, verdade, mas ela é meio violenta... E esse final, não sei, acho que precisamos de um final mais positivo, sabe, com mais esperança, mais amor, o públicogosta de amor, amor vende bem uma história.
- Ei, que tal se ele se apaixonasse por um dos marcianos? - diz o atendimento.
- Não, péssima idéia, muito ruim mesmo. Outra coisa, o que é todo esse sangue usado para regar essas plantas alien&ígenas, meu deus?
- Eu não vou mudar a parte das plantas, isso não é negociável, pode esquecer!
- Claaaro que não, Orwie, posso te chamar de Orwie, não? Façamos o seguinte: as plantas vermelhas ficam, tudo na sua história fica, mas nós só fazemos uma pequena mudancinha no final do texto, beeem pequena mesmo: ele reencontra sua esposa, o grande amor da sua vida, no final da história. É isso. Happy end!
- Mas eu matei ela no segundo capítulo, isso não faz sentido!
- Não importa, acredite em mim, o público vai a-do-rar! Ela está viva, só parecia que estava morta, fica sendo uma surpresa para o leitor, confie em mim, tudo bem?
- (grumble grumble)...
- Legal, Orwie, eu sabia que nos entenderíamos perfeitamente bem."
Pena que agora estou sem tempo para verificar se a minha teoria tem algum fundamento. Não duvido nada...
Quando o filho adolescente do Tom Cruise apareceu do nada de trás da mãe dele depois de ter supostamente morrido numa explosão meu estômago revirou: pelo menos tivessem a decência de mantê-lo morto!
O final de Guerra dos Mundos parece algo que foi costurado ali de propósito, encaixado às pressas por alguém que precisava dar palpite na história. Meio que reunião de atendimento e marketing com criativos em agência de publicidade, sabe:
- "Olha, eu até gostei da história, verdade, mas ela é meio violenta... E esse final, não sei, acho que precisamos de um final mais positivo, sabe, com mais esperança, mais amor, o públicogosta de amor, amor vende bem uma história.
- Ei, que tal se ele se apaixonasse por um dos marcianos? - diz o atendimento.
- Não, péssima idéia, muito ruim mesmo. Outra coisa, o que é todo esse sangue usado para regar essas plantas alien&ígenas, meu deus?
- Eu não vou mudar a parte das plantas, isso não é negociável, pode esquecer!
- Claaaro que não, Orwie, posso te chamar de Orwie, não? Façamos o seguinte: as plantas vermelhas ficam, tudo na sua história fica, mas nós só fazemos uma pequena mudancinha no final do texto, beeem pequena mesmo: ele reencontra sua esposa, o grande amor da sua vida, no final da história. É isso. Happy end!
- Mas eu matei ela no segundo capítulo, isso não faz sentido!
- Não importa, acredite em mim, o público vai a-do-rar! Ela está viva, só parecia que estava morta, fica sendo uma surpresa para o leitor, confie em mim, tudo bem?
- (grumble grumble)...
- Legal, Orwie, eu sabia que nos entenderíamos perfeitamente bem."
Pena que agora estou sem tempo para verificar se a minha teoria tem algum fundamento. Não duvido nada...
Compulsões
Tem coisas absolutamente inúteis de se fazer que é muito difícil parar:
- Antigamente, ficar acompanhando a barrinha da taxa de downloads do Napster até os arquivos terminarem de baixar. Hoje idem com o eMule e o uTorrent.
- Dar defrag no micro e ficar acompanhando os quadradinhos mudar de posição.
- Jogar Tetris. Quero ver conseguir largar Tetris pela metade!
- Estourar plástico bolha.
- Navegar pela Wikipédia (ok, esse não é de todo inútil, embora se adquira MUITA cultura inútil)
- Antigamente, ficar acompanhando a barrinha da taxa de downloads do Napster até os arquivos terminarem de baixar. Hoje idem com o eMule e o uTorrent.
- Dar defrag no micro e ficar acompanhando os quadradinhos mudar de posição.
- Jogar Tetris. Quero ver conseguir largar Tetris pela metade!
- Estourar plástico bolha.
- Navegar pela Wikipédia (ok, esse não é de todo inútil, embora se adquira MUITA cultura inútil)
terça-feira, agosto 12, 2008
My Quibblo Personality Quiz Result for: Which Gothic Stereotype Are You?
| Which Gothic Stereotype Are You? |
| Trad Goth Associated music: Gothic rock, death rock, early punk, darkwave, new wave Associated Fashion: Black, fishnets, black, eyeliner, black, white foundation, more black, and corsets The originals, as it were. You know the story - first came punk, then came Gothic punk, then came the Batcave, and so on until we had a scene. While that scene isn't as healthy as it used to be, by merging with the industrial/EBM scene its managed to survive its would-be demise. Which is ironic when you think about it. Likely to be found down the Dev in Camden smoking clove cigarettes and drinking snakebite. |
| Fun quizzes, surveys & blog quizzes by |
terça-feira, agosto 05, 2008
Brasil, campeão mundial de "phallic logo awards"
aiai, vergonha alheia.
Porque até uma criança de cinco anos sabe o que significam duas bolas e um traço longo, mas o cara que fez o logotipo e as pessoas que aprovaram não. Merecia fazer parte dos Phallic Logo Awards ou não?
sexta-feira, agosto 01, 2008
Um mês
Um mês sem postar, mas é que eu estava procurando um programa decente para postar do celular e ainda não achei. E tou com deadline da nova versão do site da TV, que estréia semana que vem!
Nesse meio tempo fui à Anima Mundi, Gabriel passou duas semanas de férias em Sampa e visitou meu trabalho, fomos à Liberdade assistir ao Tanabata Matsuri, fomos à Anime Friends e vimos Batman. Ah, e eu pintei o cabelo de roxo para ir à Anime Friends e a galera do trabalho gostou, e o Rigues gostou também, então foi ficando. Está roxo agora. E o Gabriel fez cosplay de Naruto e lutou com espadas de espuma :)
Como hoje é Candlemas, andei pensando em dar um pulo na Galeria do Rock e fazer aquela tatuagem na nuca com o kanji do fogo que venho adiando há tempos.
Ando procurando um programa java para ler PDFs no celular que seja compatível com o A1200 (que é touchscreen) e ainda não achei, e ainda não achei uma ferramenta decente para blogar. Talvez eu acabe postando por email mesmo, que funciona bem no celular. Vamos ver se assim eu atualizo com mais frequência :)
Agora, de volta ao trabalho!
Nesse meio tempo fui à Anima Mundi, Gabriel passou duas semanas de férias em Sampa e visitou meu trabalho, fomos à Liberdade assistir ao Tanabata Matsuri, fomos à Anime Friends e vimos Batman. Ah, e eu pintei o cabelo de roxo para ir à Anime Friends e a galera do trabalho gostou, e o Rigues gostou também, então foi ficando. Está roxo agora. E o Gabriel fez cosplay de Naruto e lutou com espadas de espuma :)
Como hoje é Candlemas, andei pensando em dar um pulo na Galeria do Rock e fazer aquela tatuagem na nuca com o kanji do fogo que venho adiando há tempos.
Ando procurando um programa java para ler PDFs no celular que seja compatível com o A1200 (que é touchscreen) e ainda não achei, e ainda não achei uma ferramenta decente para blogar. Talvez eu acabe postando por email mesmo, que funciona bem no celular. Vamos ver se assim eu atualizo com mais frequência :)
Agora, de volta ao trabalho!
domingo, julho 06, 2008
A little bit of this, a little bit of that
Triste: Neil Gaiman esteve no Brasil, em Parati, namorido estava de plantão no trabalho, eu não fui :(
Feliz: Teve EIRPG aqui em SP junto com Fantasticon, fazendo com que eu esbarrasse numa quantidade absurda de amigos queridos cariocas em São Paulo. Enquanto ciceroneava Paulette Dark e Hunter pela Liberdade (a.k.a. visita obrigatória a.k.a. quintal de casa da família Rigues), esbarro no Hazel e digníssima dona Luciana, que vieram ver a expo de Star Wars no Ibirapuera... Deixo o casal Dark no ônibus da caravana que pegaram para o evento, dou de cara com o Ricardo França no stand da Devir, junto com amigos de lista da Intempol e até da Hypervoid. Vamos tomar uma cerveja no Shopping Metrô Santa Cruz, esbarro com Bruno Remorhaz, coleguinha de grupo do Nerds Brasil... para ser perfeito só faltou meu nerd do lado, aiai. Casar com jornalista dá nisso :)
Aliviada: Meu ipod sumiu por duas semanas. Fazendo um frila ao mesmo tempo em que um hotsite de um dos programas do trabalho tava sendo feito em tempo recorde e zumbizando total nesse meio tempo, eu sabia que ou ele estaria no local do frila ou em casa mesmo. E eis que eu acho: DEPOIS de tirar a minha camiseta da Aliança Francesa de dentro da máquina de lavar. Yep, a camiseta foi lavada, junto com o resto da roupa, com o ipod preso na gola. Quase tive um troço! O ipod que o Rigues me deu no nosso primeiro dia dos namorados juntos. Na. máquina. de. lavar!!!!!!! E não é que, depois de passar um tempo deixando secar pra garantir, o bicho tá funcionando como se nada tivesse acontecido? Tô boba até agora.
Ansiosa: Gabriel vem pra cá pra SP passar as férias comigo sábado que vem. Contando os segundos para abraçar e beijocar muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiito a minha cria!!! (mas não em público, porque agora ele está ficando rapazinho, sabe como é)
Feliz: Teve EIRPG aqui em SP junto com Fantasticon, fazendo com que eu esbarrasse numa quantidade absurda de amigos queridos cariocas em São Paulo. Enquanto ciceroneava Paulette Dark e Hunter pela Liberdade (a.k.a. visita obrigatória a.k.a. quintal de casa da família Rigues), esbarro no Hazel e digníssima dona Luciana, que vieram ver a expo de Star Wars no Ibirapuera... Deixo o casal Dark no ônibus da caravana que pegaram para o evento, dou de cara com o Ricardo França no stand da Devir, junto com amigos de lista da Intempol e até da Hypervoid. Vamos tomar uma cerveja no Shopping Metrô Santa Cruz, esbarro com Bruno Remorhaz, coleguinha de grupo do Nerds Brasil... para ser perfeito só faltou meu nerd do lado, aiai. Casar com jornalista dá nisso :)
Aliviada: Meu ipod sumiu por duas semanas. Fazendo um frila ao mesmo tempo em que um hotsite de um dos programas do trabalho tava sendo feito em tempo recorde e zumbizando total nesse meio tempo, eu sabia que ou ele estaria no local do frila ou em casa mesmo. E eis que eu acho: DEPOIS de tirar a minha camiseta da Aliança Francesa de dentro da máquina de lavar. Yep, a camiseta foi lavada, junto com o resto da roupa, com o ipod preso na gola. Quase tive um troço! O ipod que o Rigues me deu no nosso primeiro dia dos namorados juntos. Na. máquina. de. lavar!!!!!!! E não é que, depois de passar um tempo deixando secar pra garantir, o bicho tá funcionando como se nada tivesse acontecido? Tô boba até agora.
Ansiosa: Gabriel vem pra cá pra SP passar as férias comigo sábado que vem. Contando os segundos para abraçar e beijocar muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiito a minha cria!!! (mas não em público, porque agora ele está ficando rapazinho, sabe como é)
quarta-feira, maio 28, 2008
Hello Moto!
Então eu agora sou a feliz proprietária de um Motorola 1200e com Linux, que estava em algum lugar da minha wishlist de aniversário. Daí que a primeira coisa a fazer é procurar links para incrementar o gadget novo...
Neste site (Motorola Fans) tem um post que é o sonho de todo newbie, com uma lista de todos os aplicativos que rodam no 1200e encabeçada por uma lista de sites com coisas legais para "mod your moto". Vale a pena conferir!
E o celular de SP mudou graças a uma idiossincrasia da TIM com relação ao TIM Família.
quinta-feira, maio 15, 2008
Dez anos depois...
Comprei meu primeiro celular quando estava grávida do Gabriel, pensando nas vantagens que ele me traria para tomar conta do meu filhote recém-nascido. Era um tijolão da Sony Ericsson da ATL. A ATL se tornou Claro, o Sony Ericsson foi trocado por um Motorola Talkabout, o Motorola por um Siemens... e eu vim pra São Paulo. O número permaneceu o mesmo por quase onze anos. Uma raridade, levando-se em conta o troca-troca insano de números praticado pela maioria das pessoas que eu conheço.
Bom, o número de celular do Rio mó-rreu. Cancelei ele hoje. Eu e namorado estamos pegando um plano Tim família e eu devo trocar o aparelho paulista + meu falecido palm Tungsten por um smart phone.
Em tempo: O número de celular de São Paulo deve continuar o mesmo. Afinal, foi presente da Ana Marta :)
Bom, o número de celular do Rio mó-rreu. Cancelei ele hoje. Eu e namorado estamos pegando um plano Tim família e eu devo trocar o aparelho paulista + meu falecido palm Tungsten por um smart phone.
Em tempo: O número de celular de São Paulo deve continuar o mesmo. Afinal, foi presente da Ana Marta :)
domingo, maio 11, 2008
Reflexões de um domingo à noite...
Pensando na questão dos livros impressos, que ainda não conseguem ser substituídos de forma 100% eficiente por alternativas eletrônicas, e nos zilhões de sacolas plásticas que acabo acumulando numa ida ao mercado me vem a idéia: será que não seria possível criar páginas de "papel" de plástico reciclado? Imagino folhas parecidas com o atual glossy paper... Livros de plástico reciclado não matariam novas árvores (e o que eu mais vejo nos últimos tempos na web são e-mails com campanhas contra a impressão de qualquer coisa no rodapé ou a moda das sacolas de pano para levar ao mercado no lugar de usar as sacolas de plástico) e resolveriam o que fazer com o acúmulo de sacolas de mercado (que o brasileiro normalmente reaproveita como saco de lixo, mas que costuma acumular em quantidade MUITO maior do que o necessário para embalar o lixo produzido, ne c'est pas?)
Em tempo: Pensando em fazer experiências malucas para utilizar plástico para formar bolas etc como recheio das esculturas em epoxi no lugar do isopor e do biscuit.
Em tempo: Pensando em fazer experiências malucas para utilizar plástico para formar bolas etc como recheio das esculturas em epoxi no lugar do isopor e do biscuit.
terça-feira, maio 06, 2008
Mais do mesmo
... enquanto isso, no meio do expediente, pipoca um random user no MSN:
****: ola
Lanika: oi
****: tem com nois ficrmos jumnto
Lanika: eu sou casada
Lanika: gorda
Lanika: e velha
****: ne da seu linke
****: e mada
Lanika: tá desesperado, hein?
****: não
****: vc ede onde
Lanika: eu já disse que sou casada, gorda e velha. Você quer saber de onde eu sou para quê?
****: primeiro eu gosto de casada e de gordinha
----------
Esse aí além de sem noção total é brasileiro, não desiste (de encher o saco) nunca!
****: ola
Lanika: oi
****: tem com nois ficrmos jumnto
Lanika: eu sou casada
Lanika: gorda
Lanika: e velha
****: ne da seu linke
****: e mada
Lanika: tá desesperado, hein?
****: não
****: vc ede onde
Lanika: eu já disse que sou casada, gorda e velha. Você quer saber de onde eu sou para quê?
****: primeiro eu gosto de casada e de gordinha
----------
Esse aí além de sem noção total é brasileiro, não desiste (de encher o saco) nunca!
segunda-feira, maio 05, 2008
Reflexões sobre telemárquetíngue
Forçada a trabalhar de casa hoje por causa de Murphy, o telefone não pára de tocar. Trabalho? Não, operadoras de telemarketing. Dá vontade de deixar o telefone fora do gancho. Mas eu não deveria ter de ser obrigada a indisponibilizar a minha própria linha de telefone para ligações que eu queira ou precise de fato receber por causa do assédio dos telefonemas indesejados. Meu telefone fixo acaba sendo refém de um dos piores tipos de SPAM, o telefônico.
E eu me pergunto, porque afinal de contas eu me formei em publicidade, se com uma política absurda que faz com que as operadoras cheguem ao ponto de te ligar num domingo de manhã para tentar vender um produto que você não quer sabendo que provavelmente irão ser xingadas ou as pessoas irão desligar o telefone na sua cara, porque as empresas ainda insistem no telemarketing ativo?
O telemarketing passivo, quando não entregue na mão de operadoras sub-qualificadas, pode ser bastante eficiente: toda empresa precisa de um bom canal de atendimento ao cliente e o atendimento eletrônico (disque 8 para morrer de tédio, 9 para começar tudo de novo...) não substitui a interação com outro ser humano. Operadoras bem treinadas no Atendimento ao Cliente são um dos melhores cartões de visita de uma empresa.
Telemarketing ativo, porém, é uma praga que deveria ser exterminada. Todos os gerúndios e insistência do mundo não vão fazer com que eu queira mais um cartão de crédito e, francamente, a minha tendência enquanto consumidora é atribuir um valor NEGATIVO a uma empresa que invade a minha privacidade e interrompe a minha rotina em horas indeterminadas para tentar me fazer consumir um item do qual eu não tenho necessidade ou estaria procurando ATIVAMENTE por ele. Ninguém me perguntou se eu gostaria que ligassem para a minha casa.
Não existe opt-in e opt-out de telemarketing. O sistema está todo errado. Se eu pudesse, gostaria de poder processar as empresas responsáveis por este tipo de assédio. Eu já tenho minha conta no banco e as operadoras do Santander e do Unibanco não vão me forçar a abrir mais uma me perturbando até a exaustão. E eu processaria o fornecedor E o cliente, já que este é quem alimenta a máquina de spams telefônicos.
Para piorar, o telemarketing ativo está errado em todos os níveis: só trabalha neste tipo de emprego quem é inexperiente ou está desesperado, a rotatividade é altíssima, as metas quase impossíveis de atingir, o salário sub-baixo, as listagens suspeitíssimas e defasadas (conheço pelo menos dois casos em que o operador ligou para a casa pedindo para falar com alguém que já havia morrido) e as empresas de uma forma geral são um lixo podre de corrupção e falcatruas.
Telemarketing é que nem linguiça: se você soubesse como é feito não consumiria. Eu acho TODAS as empresas que usam telemarketing ativo, sem exceção, BURRAS. São empresas que ATIRAM NO PRÓPRIO PÉ e estão pedindo para serem boicotadas. Ser obrigado a usar os serviços de uma empresa ou um banco que faz uso do telemarketing ativo para importunar as pessoas não significa ter uma relação positiva com a empresa. E sabe o que acontece com o cliente insatisfeito? Assim que oferecerem para ele uma alternativa decente, ele te abandona muito satisfeito de ter se livrado do incômodo, e ainda vai fazer o possível para que todas as pessoas no círculo de conhecimento dele não usem os serviços da sua empresa. Vale a pena? A resposta parece óbvia.
E eu me pergunto, porque afinal de contas eu me formei em publicidade, se com uma política absurda que faz com que as operadoras cheguem ao ponto de te ligar num domingo de manhã para tentar vender um produto que você não quer sabendo que provavelmente irão ser xingadas ou as pessoas irão desligar o telefone na sua cara, porque as empresas ainda insistem no telemarketing ativo?
O telemarketing passivo, quando não entregue na mão de operadoras sub-qualificadas, pode ser bastante eficiente: toda empresa precisa de um bom canal de atendimento ao cliente e o atendimento eletrônico (disque 8 para morrer de tédio, 9 para começar tudo de novo...) não substitui a interação com outro ser humano. Operadoras bem treinadas no Atendimento ao Cliente são um dos melhores cartões de visita de uma empresa.
Telemarketing ativo, porém, é uma praga que deveria ser exterminada. Todos os gerúndios e insistência do mundo não vão fazer com que eu queira mais um cartão de crédito e, francamente, a minha tendência enquanto consumidora é atribuir um valor NEGATIVO a uma empresa que invade a minha privacidade e interrompe a minha rotina em horas indeterminadas para tentar me fazer consumir um item do qual eu não tenho necessidade ou estaria procurando ATIVAMENTE por ele. Ninguém me perguntou se eu gostaria que ligassem para a minha casa.
Não existe opt-in e opt-out de telemarketing. O sistema está todo errado. Se eu pudesse, gostaria de poder processar as empresas responsáveis por este tipo de assédio. Eu já tenho minha conta no banco e as operadoras do Santander e do Unibanco não vão me forçar a abrir mais uma me perturbando até a exaustão. E eu processaria o fornecedor E o cliente, já que este é quem alimenta a máquina de spams telefônicos.
Para piorar, o telemarketing ativo está errado em todos os níveis: só trabalha neste tipo de emprego quem é inexperiente ou está desesperado, a rotatividade é altíssima, as metas quase impossíveis de atingir, o salário sub-baixo, as listagens suspeitíssimas e defasadas (conheço pelo menos dois casos em que o operador ligou para a casa pedindo para falar com alguém que já havia morrido) e as empresas de uma forma geral são um lixo podre de corrupção e falcatruas.
Telemarketing é que nem linguiça: se você soubesse como é feito não consumiria. Eu acho TODAS as empresas que usam telemarketing ativo, sem exceção, BURRAS. São empresas que ATIRAM NO PRÓPRIO PÉ e estão pedindo para serem boicotadas. Ser obrigado a usar os serviços de uma empresa ou um banco que faz uso do telemarketing ativo para importunar as pessoas não significa ter uma relação positiva com a empresa. E sabe o que acontece com o cliente insatisfeito? Assim que oferecerem para ele uma alternativa decente, ele te abandona muito satisfeito de ter se livrado do incômodo, e ainda vai fazer o possível para que todas as pessoas no círculo de conhecimento dele não usem os serviços da sua empresa. Vale a pena? A resposta parece óbvia.
domingo, maio 04, 2008
A culpa é do iPod
Essa é a história de Spirogyra
Mas podem chamar de Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
Que plancton é esse?
Que plancton é esse?
É Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
Você sabe o que é um plancton?
Um plancton é uma alga
De água doce ou de água salgada
Mas Spirogyra é doce, doce, doce, doce, doce
De água doce
Mas Spirogyra é doce, doce, doce, doce, doce
De água doce
O encontro amoroso do zigoto masculino
Com o gameta feminino
Formam novas células
Um fio vegetal
Brilhoso e esverdeado
Igual a cor da esperança
Igual a cor da esperança
Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
Essa é a história de Spirogyra
Mas podem chamar de Spirogyra
This is Spirogyra story
Quero ver, quero ver, quero ver, quero ver,
Spirogyra
~* Jorge Ben, quando ainda não era Benjor
Mas podem chamar de Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
Que plancton é esse?
Que plancton é esse?
É Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
Você sabe o que é um plancton?
Um plancton é uma alga
De água doce ou de água salgada
Mas Spirogyra é doce, doce, doce, doce, doce
De água doce
Mas Spirogyra é doce, doce, doce, doce, doce
De água doce
O encontro amoroso do zigoto masculino
Com o gameta feminino
Formam novas células
Um fio vegetal
Brilhoso e esverdeado
Igual a cor da esperança
Igual a cor da esperança
Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
Spirogyra é Spirogyra
É Spirogyra
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
É um bichinho bonito,
verdinho, que dá na água.
Essa é a história de Spirogyra
Mas podem chamar de Spirogyra
This is Spirogyra story
Quero ver, quero ver, quero ver, quero ver,
Spirogyra
~* Jorge Ben, quando ainda não era Benjor
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