terça-feira, junho 17, 2003
sexta-feira, junho 13, 2003
Momento muito-bobo-mesmo.
Está se tornando um hábito, é irresistível e irremediável. Você conhece essa sensação? Depois de passar dez anos desejando ele e tendo a certeza absoluta de que ele jamais olharia para o meu lado, e me pegar de repente acordando do lado dele... É divertida, essa sensação de estranhamento. Às vezes me pego olhando embevecida, pensando comigo mesma "não acredito que ELE está aqui, comigo...", sim, "ELE", rs... Esse "não acreditar que ele está aqui comigo" fatalmente é percebido no meu olhar e ELE me olha com ar divertido e acaba me dando um beijinho que quase sempre soa com um sabor surreal, meio com gosto de sonho acordado... E aí eu fico vermelha, porque fui pega em flagrante delito com ar de boba apaixonada, mas ele acha bonitinho e intrigante, fazer o quê... (eu desconfio que do outro lado do teclado ele faça o mesmo mas não tenho cara de perguntar :P) O bom é que eu ganho mais beijinho. Mas são precisos váááários pra me fazer conseguir colar os pés de novo no chão e parar de olhar para ele como quem olha para uma miragem no deserto... Eu espero passar os próximos dez anos ainda saboreando essa sensação... e os próximos dez :-)
...não por acaso nosso aniversário de namoro foi dia dez ^_^
Está se tornando um hábito, é irresistível e irremediável. Você conhece essa sensação? Depois de passar dez anos desejando ele e tendo a certeza absoluta de que ele jamais olharia para o meu lado, e me pegar de repente acordando do lado dele... É divertida, essa sensação de estranhamento. Às vezes me pego olhando embevecida, pensando comigo mesma "não acredito que ELE está aqui, comigo...", sim, "ELE", rs... Esse "não acreditar que ele está aqui comigo" fatalmente é percebido no meu olhar e ELE me olha com ar divertido e acaba me dando um beijinho que quase sempre soa com um sabor surreal, meio com gosto de sonho acordado... E aí eu fico vermelha, porque fui pega em flagrante delito com ar de boba apaixonada, mas ele acha bonitinho e intrigante, fazer o quê... (eu desconfio que do outro lado do teclado ele faça o mesmo mas não tenho cara de perguntar :P) O bom é que eu ganho mais beijinho. Mas são precisos váááários pra me fazer conseguir colar os pés de novo no chão e parar de olhar para ele como quem olha para uma miragem no deserto... Eu espero passar os próximos dez anos ainda saboreando essa sensação... e os próximos dez :-)
...não por acaso nosso aniversário de namoro foi dia dez ^_^
Só porque ele não conhecia, posto aqui:
Eros e Psiquê - Fernando Pessoa
Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada
Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.
A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.
Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.
Mas cada um cumpre o Destino -
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.
E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,
E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.
Eros e Psiquê - Fernando Pessoa
Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada
Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.
A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.
Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.
Mas cada um cumpre o Destino -
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.
E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,
E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.
quarta-feira, junho 11, 2003
Música mais provável que você me veja cantando se esbarrar comigo sozinha triste à noite, vagando pelas ruas do Centro do Rio...
Creep - Radiohead (vocal meu, feminino e melancólico, como Angie Hart em Bizarre Love Triangle)
When you were here before
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
And I wish I was special
You're so fuckin' special
But I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
I don't care if it hurts
I want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fuckin' special
I wish I was special
But I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
She's running out again,
She's running out
She's run run run running out...
Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fuckin' special
I wish I was special...
But I'm a creep, I'm a weirdo,
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
I don't belong here.
porque na maioria das vezes é assim que eu me sinto. E é assim que vejo as pessoas que amo... Most of the time, most of the time... history of my fucking life.
Creep - Radiohead (vocal meu, feminino e melancólico, como Angie Hart em Bizarre Love Triangle)
When you were here before
Couldn't look you in the eye
You're just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather
In a beautiful world
And I wish I was special
You're so fuckin' special
But I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
I don't care if it hurts
I want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice
When I'm not around
You're so fuckin' special
I wish I was special
But I'm a creep, I'm a weirdo.
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
She's running out again,
She's running out
She's run run run running out...
Whatever makes you happy
Whatever you want
You're so fuckin' special
I wish I was special...
But I'm a creep, I'm a weirdo,
What the hell am I doing here?
I don't belong here.
I don't belong here.
porque na maioria das vezes é assim que eu me sinto. E é assim que vejo as pessoas que amo... Most of the time, most of the time... history of my fucking life.
Here we go again... de volta à pílula azul...
Ela vem assim, sub-repticialmente. Começa devagar e vai crescendo oculta dentro de você, ganhando espaço... Não adianta mentir pra si mesmo, tentar se enganar. Pode-se viver a vida maravilhosamente, momentos mágicos, perfeitos, ela continua ali. A cada momento a sós, consigo mesma, ou retornando a cada segundo de intervalo da vida cotidiana, sob a aparente certeza da felicidade. Essa sensação de impotência, incompetência, solidão absoluta e massacrante e todas as pequenas dores que você guarda no peito, tudo aquilo que você cala enquanto força um sorriso no rosto, mais ou menos como ter agulhas cravadas na palma da mão enquanto tenta sorrir para uma fotografia que mostre o quanto você é perfeita - qual das duas é menos real? Os motivos são os mesmos de sempre. Dinheiro, culpas diversas que não gosto de atribuir a terceiros. Mas ontem a carga pesou muito nos meus ombros... Quando tudo dá errado e você começa a oscilar entre crises de ansiedade, choro convulsivo e solitário (é uma tortura - não há ninguém que você ache que tenha o direito de perturbar para desabafar e ao mesmo tempo tudo de que você mais precisa é apoio e não pode pedir, que direito tem de atrapalhar a rotina alheia com seus problemas? Equivale a quase uma paralisia emocional) e olhar com simpatia para a idéia de utilizar aquele bisturi guardado na caixa de material de desenho em técnicas avançadas de decoração da pele na região do seu pulso, não há muita escolha: ou se entregar ao oblívio momentâneo e finito, ou se forçar a continuar por aqui, afinal "as responsabilidades" - filho, emprego etc... O estúpido nisso tudo é que eu tenho que continuar independente da minha vontade, não tenho o direito de estar infeliz, insatisfeita... Eu não tenho o direito de me sentir cansada, pra baixo, de achar tudo isso estúpido e jogar tudo pro alto. O que eu realmente queria fazer na minha vida, a necessidade imensa de começar tudo de novo, do zero, voltar a estudar, criar, nada mais se tornou que um "escapismo", uma "fantasia". A realidade é a sobrevivência cotidiana sem direito de reclamar, chorando calada quando o saco enche. Então é isso. De volta à pílula azul, pra segurar a barra e continuar fingindo pro mundo que está tudo bem. Eu só queria acreditar que tudo está bem... queria fazer com que realmente estivesse, dentro de mim. Às vezes fica por um tempo... o perigo é estar sozinha por muito tempo, comigo mesma diante do espelho. Aí não há como fugir...
Ela vem assim, sub-repticialmente. Começa devagar e vai crescendo oculta dentro de você, ganhando espaço... Não adianta mentir pra si mesmo, tentar se enganar. Pode-se viver a vida maravilhosamente, momentos mágicos, perfeitos, ela continua ali. A cada momento a sós, consigo mesma, ou retornando a cada segundo de intervalo da vida cotidiana, sob a aparente certeza da felicidade. Essa sensação de impotência, incompetência, solidão absoluta e massacrante e todas as pequenas dores que você guarda no peito, tudo aquilo que você cala enquanto força um sorriso no rosto, mais ou menos como ter agulhas cravadas na palma da mão enquanto tenta sorrir para uma fotografia que mostre o quanto você é perfeita - qual das duas é menos real? Os motivos são os mesmos de sempre. Dinheiro, culpas diversas que não gosto de atribuir a terceiros. Mas ontem a carga pesou muito nos meus ombros... Quando tudo dá errado e você começa a oscilar entre crises de ansiedade, choro convulsivo e solitário (é uma tortura - não há ninguém que você ache que tenha o direito de perturbar para desabafar e ao mesmo tempo tudo de que você mais precisa é apoio e não pode pedir, que direito tem de atrapalhar a rotina alheia com seus problemas? Equivale a quase uma paralisia emocional) e olhar com simpatia para a idéia de utilizar aquele bisturi guardado na caixa de material de desenho em técnicas avançadas de decoração da pele na região do seu pulso, não há muita escolha: ou se entregar ao oblívio momentâneo e finito, ou se forçar a continuar por aqui, afinal "as responsabilidades" - filho, emprego etc... O estúpido nisso tudo é que eu tenho que continuar independente da minha vontade, não tenho o direito de estar infeliz, insatisfeita... Eu não tenho o direito de me sentir cansada, pra baixo, de achar tudo isso estúpido e jogar tudo pro alto. O que eu realmente queria fazer na minha vida, a necessidade imensa de começar tudo de novo, do zero, voltar a estudar, criar, nada mais se tornou que um "escapismo", uma "fantasia". A realidade é a sobrevivência cotidiana sem direito de reclamar, chorando calada quando o saco enche. Então é isso. De volta à pílula azul, pra segurar a barra e continuar fingindo pro mundo que está tudo bem. Eu só queria acreditar que tudo está bem... queria fazer com que realmente estivesse, dentro de mim. Às vezes fica por um tempo... o perigo é estar sozinha por muito tempo, comigo mesma diante do espelho. Aí não há como fugir...
terça-feira, junho 10, 2003
Está feito. Criei um Fotolog para substituir o Tortured Mind. Na verdade, continuarei colocando textos e trabalhos no TMind, já que ele não se limita às ilus. Mas o caminho natural do Tmind era virar um Fotolog. Cai muito melhor pra divulgar meus trabalhos e subir sem depender do FTP do HPG pra isso...
Estou pensando se vale a pena republicar o que já subi pro Tmind... sugestões? ICQ me (4915573) ou e-mail me.
Estou pensando se vale a pena republicar o que já subi pro Tmind... sugestões? ICQ me (4915573) ou e-mail me.
segunda-feira, junho 09, 2003
Às vezes demora a cair a ficha. Alan Moore é um filho da puta, rs. Sendo 5, em latim V, o símbolo do pentagrama e número do homem, e mais do que isso, da Vontade humana (thelema, thelema, thelema...), quando ele nomeia sua história V (de Vingança) ele sintetiza nessa única letra toda a premissa argumentativa que permeia a história toda e as motivações do personagem principal. Eve quando se torna V, nada mais faz que descobrir que através da Vontade o ser humano é senhor de seu destino e se liberta das ilusões de um sistema viciado, falido e ilusório. Aliás, pobre Eve*. No caminho para a perda de suas ilusões e descondicionamento, ela perde *tudo* e transcende através do sofrimento. Neo apenas precisou tomar uma pilulazinha para obter o mesmo efeito...
V 5 vezes gera um pentagrama perfeito. Interpretando-se V de cima para baixo se obtém um símbolo da emanação do poder equilibrado (imagine uma pessoa exercendo sua Vontade com os braços erguidos sobre a cabeça). Interpretando-se V de baixo para cima se obtém um símbolo de concentração de poder e símbolo fálico par excellence, de fecundação telúrica. Atribua a energia específica de cada elemento a cada uma das extremidades de um pentagrama entrelaçado e ative-a de forma a que a energia potencial passe através delas adquirindo suas vibrações características como eletricidade num circuito. Conseguiu enxergar a potencialidade da coisa? Pois é.
E eu estou com preguiça de ficar desenvolvendo aqui os significados do correspondente em hebraico da letra V e sua significação em termos como EVE e IEVE...
*Foneticamente em inglês "v" se pronuncia "vee". "eve" se torna "vee". O equilíbrio passivo se torna transformação ativa. Como eu disse, Alan Moore é um filho da puta. E eu vou parar pra reler V de Vingança hoje quando chegar em casa. Malditos livros sobre cabala. Eu agora estou com tesão de retomar meus estudos de latim... :P
V 5 vezes gera um pentagrama perfeito. Interpretando-se V de cima para baixo se obtém um símbolo da emanação do poder equilibrado (imagine uma pessoa exercendo sua Vontade com os braços erguidos sobre a cabeça). Interpretando-se V de baixo para cima se obtém um símbolo de concentração de poder e símbolo fálico par excellence, de fecundação telúrica. Atribua a energia específica de cada elemento a cada uma das extremidades de um pentagrama entrelaçado e ative-a de forma a que a energia potencial passe através delas adquirindo suas vibrações características como eletricidade num circuito. Conseguiu enxergar a potencialidade da coisa? Pois é.
E eu estou com preguiça de ficar desenvolvendo aqui os significados do correspondente em hebraico da letra V e sua significação em termos como EVE e IEVE...
*Foneticamente em inglês "v" se pronuncia "vee". "eve" se torna "vee". O equilíbrio passivo se torna transformação ativa. Como eu disse, Alan Moore é um filho da puta. E eu vou parar pra reler V de Vingança hoje quando chegar em casa. Malditos livros sobre cabala. Eu agora estou com tesão de retomar meus estudos de latim... :P
Poisé. parece que a cagada com relação aos blogs hospedados no blogspot é generalizada. Pelo menos o meu voltou ao normal (mas eu perdi os dois posts do período em que o blogger basic foi forçado contra mim). "Dano" infelizmente está se revelando um nome pra lá de apropriado.
|..!...
---n---
#
If I were a NetHack monster, I would be a water nymph. Relationships are more about what you get out of them, than what you put in. That elven cloak really matches your eyes, you know.---n---
#
Feel the h.e.a.t... Tastes like passion. And so it is.

Amor. Devaneios, devaneios, devaneios. Ah, me sentir como nunca me senti antes, explorar territórios desconhecidos dentro de mim mesma sob a trilha sonora suspirada por dentre meus lábios da frase que não me canso de repetir, e que em suas letras mal expressa o que se passa no meu peito. No porto seguro dos braços que me acalentam tenho descoberto que Cronos diverte-se em correr como o vento em volta da minha cama... Descobrir novos sentidos para a frase mais simples, quando proferida pelos lábios que não canso de procurar. Noites e dias insones passados a sentir a frase escapar de uma boca para a outra entre os beijos, saboreada como um gole do vinho mais fino já destilado pelas mãos de Dionísio... E é com intensidade surpreendente que esse vinho nas mãos de Cronos a cabriolar seus dedos sobre nossas pálpebras fechadas, nas vindas esperadas ardentemente por meu coração do homem que tem me ensinado o significado oculto das coisas mais belas, põe-se a refinar-se mais ainda, tornando-se ouro líquido em meus lábios e promovendo a mais antiga alquimia: em seu olhar me torno bela, em seus braços me torno fêmea, em seus lábios sou mulher. E quando a menina que há em mim ainda teme, lembrando-se de velhas cicatrizes de outras jornadas, os caminhos para onde parecem levar os rumos dessa estrada ele mostra, através de todos os gestos, que os deuses me abençoaram com uma felicidade indescritível - essa certeza única de que como amo, sou amada. E devo confessar a esse moço bonito que sim, estou profundamente apaixonada.
Amor. Devaneios, devaneios, devaneios. Ah, me sentir como nunca me senti antes, explorar territórios desconhecidos dentro de mim mesma sob a trilha sonora suspirada por dentre meus lábios da frase que não me canso de repetir, e que em suas letras mal expressa o que se passa no meu peito. No porto seguro dos braços que me acalentam tenho descoberto que Cronos diverte-se em correr como o vento em volta da minha cama... Descobrir novos sentidos para a frase mais simples, quando proferida pelos lábios que não canso de procurar. Noites e dias insones passados a sentir a frase escapar de uma boca para a outra entre os beijos, saboreada como um gole do vinho mais fino já destilado pelas mãos de Dionísio... E é com intensidade surpreendente que esse vinho nas mãos de Cronos a cabriolar seus dedos sobre nossas pálpebras fechadas, nas vindas esperadas ardentemente por meu coração do homem que tem me ensinado o significado oculto das coisas mais belas, põe-se a refinar-se mais ainda, tornando-se ouro líquido em meus lábios e promovendo a mais antiga alquimia: em seu olhar me torno bela, em seus braços me torno fêmea, em seus lábios sou mulher. E quando a menina que há em mim ainda teme, lembrando-se de velhas cicatrizes de outras jornadas, os caminhos para onde parecem levar os rumos dessa estrada ele mostra, através de todos os gestos, que os deuses me abençoaram com uma felicidade indescritível - essa certeza única de que como amo, sou amada. E devo confessar a esse moço bonito que sim, estou profundamente apaixonada.
terça-feira, junho 03, 2003
*R.E.S.S.A.C.A*
Ontem teve pré-estréia de Uma Receita para a Máfia no Fashion Mall com cocktail depois no Guima's. Não é porque é nosso não, mas o filme é muito legal :-)
E eu adoro ver a reação da platéia. Quase paga meu salário :-)
Agora eu vou ficar aqui tentando trabalhar fingindo pra mim mesma que não dormi só três horas esta noite :P
Ontem teve pré-estréia de Uma Receita para a Máfia no Fashion Mall com cocktail depois no Guima's. Não é porque é nosso não, mas o filme é muito legal :-)
E eu adoro ver a reação da platéia. Quase paga meu salário :-)
Agora eu vou ficar aqui tentando trabalhar fingindo pra mim mesma que não dormi só três horas esta noite :P
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