Resultado: 24 pontos
Eu tenho um excelente vocabulário.
Teste Seu Vocabulário.
Oferecimento: InterNey.Net
sexta-feira, maio 30, 2003
You are Neo, from "The Matrix." You
display a perfect fusion of heroism and
compassion.
What Matrix Persona Are You?
brought to you by Quizilla
Quite true. Realmente "failure is not an option in my life". Mas sacanagem... Eu queria ser a gostosa da Trinity. Por outro lado, estou pegando a Trinity :P (trocadilhos included). Isso ia dar quite a scene.
quinta-feira, maio 29, 2003
Relembrando a lista de material escolar do meu filho fiquei aqui pensando: será que a invenção do álcool gel faz parte de um complô dos fabricantes de outras tecnologias para contribuir com a extinção dos mimeógrafos? E todas as outras "tecnologias" movidas a álcool líquido? Delírios à parte esse foi o único item na lista do colégio que realmente não consegui entregar de jeito nenhum. E olha que essas listas costumam desafiar a imaginação de qualquer um com sua surrealidade.
A palavra do dia é doçura. I've been waiting my entire life to hear exactly the words I have heard yesterday's night. Guardei lágrimas preciosas de felicidade e alívio para deixá-las correr dentro de mim. Eu acredito no sentimento por trás das palavras. Eu acredito nos olhos do homem que exala esses sentimentos. Eu acredito nesse compromisso silencioso que venho assumindo comigo mesma. Uma noite na floresta, eu disse a ele: quero me entregar a você, me abrir a você, como jamais me abri para ninguém antes. E todas as vezes que me abri antes, fui ferida. Esse amor vem criando raízes dentro de mim e esse homem vem sendo meu abrigo contra as tempestades que se abateram sobre mim uma vida inteira. Ele me conhece e me conhecendo parece me amar. Se ambos estamos loucos, não me importo. Sei apenas que quero sorver mais um cálice deste vinho balsâmico, o amor que cura finalmente, ao invés da paixão que devora. Um tem a força transcendente do Graal. A outra, a inevitabilidade da serpente Ouroburus.
quarta-feira, maio 28, 2003
Mais pesadelos. Esta noite meus sonhos foram sombrios e eu acordei tremendo. Ainda estou tremendo. Não pude fazer durante a luz do dia que uma das pessoas que mais adoro pudesse entender minha essência retraída, e a feri com minha confusão. Isso me entristece tanto... E não sei como pedir desculpas por ser como sou... Me torturei horas em busca de uma saída, ainda não sei o que dizer. E durante a noite a pequena fúria veio a mim, portadora de notícias amargas, fazendo cair a máscara de um velho amor... Oh deuses... Dor. Minha infinita fé no que vejo ao olhar dentro dos olhos dos homens faz com que eu não julgue seus atos, mas lamente a infantilidade deles. E eu? Minha conversa anterior e todas as reflexões que mal me deixaram dormir apontam todas para a mesma direção: sou uma criança tola e rebelde protegida pelos deuses, sem noção de bem ou mal, agindo quase sempre ao sabor das emoções e achando que posso moldar o mundo segundo a minha vontade...
terça-feira, maio 27, 2003
E sim, fomos no último dia da Bienal, eu e Gabriel. Sim, ele levou o cofrinho. Ele adorou o stand da Turma da Mônica. E ele fez um livro no stand do Ziraldo/Intel. Ele ganhou papel da fábrica de papel da Ripasa. Ele biscoitou o stand da Devir. Ele me fez encarar fila (mas eu reclamei - ha!)
Voltamos carregados de livros baratinhos e cansadíssimos. Ele está feliz da vida por ter ido comprá-los com seu próprio dinheirinho e escolheu um a um. E eu sou uma mãe MUITO orgulhosa da minha prole. Obrigada, doña Ana Marta por me lembrar sempre que amizade como a sua não tem preço!
Voltamos carregados de livros baratinhos e cansadíssimos. Ele está feliz da vida por ter ido comprá-los com seu próprio dinheirinho e escolheu um a um. E eu sou uma mãe MUITO orgulhosa da minha prole. Obrigada, doña Ana Marta por me lembrar sempre que amizade como a sua não tem preço!
Temos GATOS. (Não temos Albatrossz... - desculpem o ataque montipythoniano)
São lindos, vieram sábado das mãos preciosas de doña Ella e já adotaram o Gabriel. Em breve fotos.
Os nomes? Shadya (a mocinha arredia e curiosa), Lewy (faz o estilo companheirão e nem liga quando Gabriel bota ele na cama pra dormir com ele), os malhados e Lyon, o gato preto doce e garboso, cheio de pose e elegância com mania de subir no meu monitor e ficar mexendo no pentagrama da parede em cima do meu altar... tsc... rs : )
Fiquei viajando em nomes para futuros filhotes...Idriel ou Liriel da fase darkovana de MZB, Eowyn (LoTR, duh) e deusas como Ishtar (eu admito - eu lembro de Sandman!) e Brigid, talvez Ninnin ou Lillin (take a walk on the dark side yeah). Curiosamente estou sem inspiração para nomes de gatos. Levando-se em conta que eu já tive um laranja chamado Lestat he...
São lindos, vieram sábado das mãos preciosas de doña Ella e já adotaram o Gabriel. Em breve fotos.
Os nomes? Shadya (a mocinha arredia e curiosa), Lewy (faz o estilo companheirão e nem liga quando Gabriel bota ele na cama pra dormir com ele), os malhados e Lyon, o gato preto doce e garboso, cheio de pose e elegância com mania de subir no meu monitor e ficar mexendo no pentagrama da parede em cima do meu altar... tsc... rs : )
Fiquei viajando em nomes para futuros filhotes...Idriel ou Liriel da fase darkovana de MZB, Eowyn (LoTR, duh) e deusas como Ishtar (eu admito - eu lembro de Sandman!) e Brigid, talvez Ninnin ou Lillin (take a walk on the dark side yeah). Curiosamente estou sem inspiração para nomes de gatos. Levando-se em conta que eu já tive um laranja chamado Lestat he...
segunda-feira, maio 26, 2003
Melancolia do dia.
See me, feel me
Touch me, heal me.
See me, feel me
Touch me, heal me!
Tommy, The Who.
Porque às vezes me sinto assim. Desesperadamente sentindo tantas coisas com tal intensidade dentro de mim, e completamente incapaz de exteriorizá-las, o medo de me ferir e àqueles que amo introjetando tudo tão fundo, tão forte, que nem minha vontade consciente é capaz de liberá-lo. Acho que acontece quando se é machucado demais por tempo demais vezes demais. Qualquer detalhe na vida traz à tona o medo intenso de acontecer novamente, qualquer coisa toca as feridas que cicatrizaram escondidas. You become touchy. Você se cerca de todas as barreiras contra qualquer coisa que te faça vulnerável, que possa te ferir mais uma vez. E se torna prisioneiro da sua própria dor, silenciosamente dizendo com os olhos o que é incapaz de dizer através de seus lábios: free me, heal me...
See me, feel me
Touch me, heal me.
See me, feel me
Touch me, heal me!
Tommy, The Who.
Porque às vezes me sinto assim. Desesperadamente sentindo tantas coisas com tal intensidade dentro de mim, e completamente incapaz de exteriorizá-las, o medo de me ferir e àqueles que amo introjetando tudo tão fundo, tão forte, que nem minha vontade consciente é capaz de liberá-lo. Acho que acontece quando se é machucado demais por tempo demais vezes demais. Qualquer detalhe na vida traz à tona o medo intenso de acontecer novamente, qualquer coisa toca as feridas que cicatrizaram escondidas. You become touchy. Você se cerca de todas as barreiras contra qualquer coisa que te faça vulnerável, que possa te ferir mais uma vez. E se torna prisioneiro da sua própria dor, silenciosamente dizendo com os olhos o que é incapaz de dizer através de seus lábios: free me, heal me...
If - Pink Floyd
If I were a swan, I'd be gone.
If I were a train, I'd be late.
And if I were a good man,
I'd talk with you
More often than I do.
If I were to sleep, I could dream.
If I were afraid, I could hide.
If I go insane, please don't put
Your wires in my brain.
If I were the moon, I'd be cool.
If I were a book, I would bend for you.
If I were a good man, I'd understand
The spaces between friends.
If I were alone, I would cry.
And if I were with you, I'd be home and dry.
And if I go insane,
And they lock me away,
Will you still let me join in the game?
If I were a swan, I'd be gone.
If I were a train, I'd be late again.
If I were a good man,
I'd talk with you
More often than I do.
If I were a swan, I'd be gone.
If I were a train, I'd be late.
And if I were a good man,
I'd talk with you
More often than I do.
If I were to sleep, I could dream.
If I were afraid, I could hide.
If I go insane, please don't put
Your wires in my brain.
If I were the moon, I'd be cool.
If I were a book, I would bend for you.
If I were a good man, I'd understand
The spaces between friends.
If I were alone, I would cry.
And if I were with you, I'd be home and dry.
And if I go insane,
And they lock me away,
Will you still let me join in the game?
If I were a swan, I'd be gone.
If I were a train, I'd be late again.
If I were a good man,
I'd talk with you
More often than I do.
Back from the riversides of grief and the road to hell over hills...
Sim, estou de volta. Fiz coisas. Outras aconteceram. E não sei se um dia contarei essa história aqui. Definitivamente.
Duas coisas eu descobri nos últimos dias: reconstruir sua vida depois que te levam tudo aquilo que fazia você ser quem era é uma questão de dignidade. E identidade é uma coisa tão frágil que pode ser contabilizada nos objetos familiares de que você se cerca e a que você se apega, fazendo deles extensões de sua própria personalidade. Da maquiagem que me fazia sentir mais bonita à carteira de identidade e o Palm no qual tantos momentos de prazer e dor foram registrados nos últimos meses, além das fotos do meu filho e dos homens a quem me devotei por estes tempos... E mesmo o CD com músicas escolhidas a dedo e o outro com textos, poesias, trabalhos, tudo perdido nas mãos de alguém que não conhece a chave do significado destas coisas. Vida e sentimentos reduzidos ao mínimo divisor comum da equação cotidiana do dia a dia no Rio, se tornando objetos de consumo e convertidos em pó... Tudo vão. Só me resta reconstruir minha identidade com novas peças, refazer o que puder, tentar recomeçar...
Sim, estou de volta. Fiz coisas. Outras aconteceram. E não sei se um dia contarei essa história aqui. Definitivamente.
Duas coisas eu descobri nos últimos dias: reconstruir sua vida depois que te levam tudo aquilo que fazia você ser quem era é uma questão de dignidade. E identidade é uma coisa tão frágil que pode ser contabilizada nos objetos familiares de que você se cerca e a que você se apega, fazendo deles extensões de sua própria personalidade. Da maquiagem que me fazia sentir mais bonita à carteira de identidade e o Palm no qual tantos momentos de prazer e dor foram registrados nos últimos meses, além das fotos do meu filho e dos homens a quem me devotei por estes tempos... E mesmo o CD com músicas escolhidas a dedo e o outro com textos, poesias, trabalhos, tudo perdido nas mãos de alguém que não conhece a chave do significado destas coisas. Vida e sentimentos reduzidos ao mínimo divisor comum da equação cotidiana do dia a dia no Rio, se tornando objetos de consumo e convertidos em pó... Tudo vão. Só me resta reconstruir minha identidade com novas peças, refazer o que puder, tentar recomeçar...
quinta-feira, maio 22, 2003
Despedida.
Hoje vou fazer uma coisa muito arriscada. E talvez não volte. Vou correr atrás do que é meu.
Provavelmente vou estar aqui amanhã, batendo ponto neste blog, enchendo o saco de quem me lê.
Mas há sempre a possibilidade de que alguma coisa dê errado. Esse Rio de Janeiro é muito violento, e eu estou indo pro coração da guerra. E estou sim, com medo. Mas sou orgulhosa e tenho fé nos meus deuses. Rezem por mim. Lembrem que eu amo vocês, muito, com toda a força da minha alma, mesmo aqueles a quem eu apenas disse "eu gosto de você".
EU AMO VOCÊS.
Old and Wise
The Alan Parsons Project
As far as my eyes can see
There are shadows approaching me
And to those I left behind
I wanted you to know
You've always shared my deepest thoughts
You follow where I go
CHORUS
And oh when I'm old and wise
BItter words mean little to me
Autumn winds will blow right through me
And someday in the mist of time
When they asked me if I knew you
I'd smile and say you were a friend of mine
And the sadness would be lifted from my eyes
Oh when I'm old and wise
As far as my eyes can see
There are shadows surrounding me
And to those I leave behind
I want you all to know
You've always shared my darkest hours
I'll miss you when I go
CHORUS
And oh, when I'm old and wise
Heavy words that tossed and blew me
Like autumn winds will blow right through me
And someday in the mist of time
When they ask you if you knew me
Remember that you were a friend of mine
As the final curtain falls before my eyes
Oh when I'm old and wise
As far as my eyes can see...
Hoje vou fazer uma coisa muito arriscada. E talvez não volte. Vou correr atrás do que é meu.
Provavelmente vou estar aqui amanhã, batendo ponto neste blog, enchendo o saco de quem me lê.
Mas há sempre a possibilidade de que alguma coisa dê errado. Esse Rio de Janeiro é muito violento, e eu estou indo pro coração da guerra. E estou sim, com medo. Mas sou orgulhosa e tenho fé nos meus deuses. Rezem por mim. Lembrem que eu amo vocês, muito, com toda a força da minha alma, mesmo aqueles a quem eu apenas disse "eu gosto de você".
EU AMO VOCÊS.
Old and Wise
The Alan Parsons Project
As far as my eyes can see
There are shadows approaching me
And to those I left behind
I wanted you to know
You've always shared my deepest thoughts
You follow where I go
CHORUS
And oh when I'm old and wise
BItter words mean little to me
Autumn winds will blow right through me
And someday in the mist of time
When they asked me if I knew you
I'd smile and say you were a friend of mine
And the sadness would be lifted from my eyes
Oh when I'm old and wise
As far as my eyes can see
There are shadows surrounding me
And to those I leave behind
I want you all to know
You've always shared my darkest hours
I'll miss you when I go
CHORUS
And oh, when I'm old and wise
Heavy words that tossed and blew me
Like autumn winds will blow right through me
And someday in the mist of time
When they ask you if you knew me
Remember that you were a friend of mine
As the final curtain falls before my eyes
Oh when I'm old and wise
As far as my eyes can see...
quarta-feira, maio 21, 2003
Fui assaltada ontem à noite saindo da casa do Paulo. O cara levou tudo (inclusive meu Palm), menos o celular que estava no bolso. Estou com 3 comprimidos de Frontal na idéia. Por favor, não me encham de perguntas. Tudo o que eu tinha a dizer já disse esta noite, na delegacia. Vão lá e leiam o R.O. Fui.
terça-feira, maio 20, 2003
Devaneios
Quando ando na rua gosto de olhar os meninos bonitos de olhos profundos que cruzam meu caminho... Sempre me apaixonei pelo olhar... Gosto das bocas de lábios tenros e bem feitos escondendo línguas macias que sabem como beijar... Gosto do exótico, do diferente, do inesperado e dos longos cabelos bons de segurar prendendo na altura da nuca na hora de fazer amor... E do olhar inteligente e penetrante que se esconde por trás das lentes espessas de um par de óculos, tão bom de tirar :-). Mas a beleza se torna vazia se não houver uma alma por trás... e são raros os homens que cruzam meu dia a dia e me fazem realmente saboreá-los com os olhos... gosto de pensar em como eles seriam no exato momento em que estivessem nos meus braços e tentar adivinhar com uma curiosidade deliciosa como seria sua forma de sentir prazer... se nada encontro naquele olhar que toque minha imaginação, nada há ali para mim - sequer olho para trás. Em frações de segundos Eros passa por mim sem arranhar meu coração. Há que se ter algo para fantasiar... Em alguns homens nada há de mistério, são um fim em si mesmos. Não há sequer uma vírgula de poesia neles...
Sim, me apaixono pelo olhar, olhos de mel escuro e cílios longos e negros, olhos azuis que um dia tive mergulhando nos meus, eterno fim de tarde de verão que não volta jamais... o alfabeto dos meus amores se soletra com o olhar...
E sou eternamente cativa daquele momento fugidio em que na penumbra do quarto ele se entrega às minhas carícias e seu prazer se torna meu prazer também, quando fecha seus belos olhos e mergulha na doçura do meu abraço, entreabrindo os lábios ofegantes e gemendo baixinho... me apaixono perdidamente pela forma única como cada homem se entrega ao gozo, o olhar levemente perdido e febril, a música dos seus gemidos, a intensidade do seu abraço... como esses meninos se tornam irremediavelmente belos, tão belos que dói na alma quando finalmente se dão por completo naqueles segundos preciosos pelos quais eu daria noites e noites sem fim... O que eu não daria pelo belo quadro que a penumbra pinta no calor da cama, embalado pela música de suspiros e gemidos que só o amor de homens de almas sensíveis e olhar profundo são capazes de proporcionar...
E embora goste loucamente desta sinfonia, guardo para mim e somente para mim a intimidade dos momentos com que fui homenageada... e se estou apaixonada, tão apaixonada, é porque encontro nestes tempos uma poesia intensa e incessante que tece seus versos em noites e dias cujo término tem se tornado quase insuportável...
Quando ando na rua gosto de olhar os meninos bonitos de olhos profundos que cruzam meu caminho... Sempre me apaixonei pelo olhar... Gosto das bocas de lábios tenros e bem feitos escondendo línguas macias que sabem como beijar... Gosto do exótico, do diferente, do inesperado e dos longos cabelos bons de segurar prendendo na altura da nuca na hora de fazer amor... E do olhar inteligente e penetrante que se esconde por trás das lentes espessas de um par de óculos, tão bom de tirar :-). Mas a beleza se torna vazia se não houver uma alma por trás... e são raros os homens que cruzam meu dia a dia e me fazem realmente saboreá-los com os olhos... gosto de pensar em como eles seriam no exato momento em que estivessem nos meus braços e tentar adivinhar com uma curiosidade deliciosa como seria sua forma de sentir prazer... se nada encontro naquele olhar que toque minha imaginação, nada há ali para mim - sequer olho para trás. Em frações de segundos Eros passa por mim sem arranhar meu coração. Há que se ter algo para fantasiar... Em alguns homens nada há de mistério, são um fim em si mesmos. Não há sequer uma vírgula de poesia neles...
Sim, me apaixono pelo olhar, olhos de mel escuro e cílios longos e negros, olhos azuis que um dia tive mergulhando nos meus, eterno fim de tarde de verão que não volta jamais... o alfabeto dos meus amores se soletra com o olhar...
E sou eternamente cativa daquele momento fugidio em que na penumbra do quarto ele se entrega às minhas carícias e seu prazer se torna meu prazer também, quando fecha seus belos olhos e mergulha na doçura do meu abraço, entreabrindo os lábios ofegantes e gemendo baixinho... me apaixono perdidamente pela forma única como cada homem se entrega ao gozo, o olhar levemente perdido e febril, a música dos seus gemidos, a intensidade do seu abraço... como esses meninos se tornam irremediavelmente belos, tão belos que dói na alma quando finalmente se dão por completo naqueles segundos preciosos pelos quais eu daria noites e noites sem fim... O que eu não daria pelo belo quadro que a penumbra pinta no calor da cama, embalado pela música de suspiros e gemidos que só o amor de homens de almas sensíveis e olhar profundo são capazes de proporcionar...
E embora goste loucamente desta sinfonia, guardo para mim e somente para mim a intimidade dos momentos com que fui homenageada... e se estou apaixonada, tão apaixonada, é porque encontro nestes tempos uma poesia intensa e incessante que tece seus versos em noites e dias cujo término tem se tornado quase insuportável...
segunda-feira, maio 19, 2003
*MAU HUMOR*
não, não é culpa de ninguém. Tive boa companhia com propostas mirabolantes no almoço. Passei o finde na ótima companhia do moço que nunca atualiza seu blog.
O problema é mesmo comigo...
E não, não fiz NADA do que me propus no finde.
E preciso me virar em dinheiro até o próximo finde se quiser pagar todas as minhas contas este mês.
E eu estou me *odiando* hoje. Me achando a última das incompetentes dispersivas no Universo. Eu queria que fosse TPM... mas não é.
Ai, ai, ai, ai, ai... preciso sair dessa. Preciso fazer coisas acontecerem. Talez voltar pras pílulas azuis de felicidade? Nem sei...
não, não é culpa de ninguém. Tive boa companhia com propostas mirabolantes no almoço. Passei o finde na ótima companhia do moço que nunca atualiza seu blog.
O problema é mesmo comigo...
E não, não fiz NADA do que me propus no finde.
E preciso me virar em dinheiro até o próximo finde se quiser pagar todas as minhas contas este mês.
E eu estou me *odiando* hoje. Me achando a última das incompetentes dispersivas no Universo. Eu queria que fosse TPM... mas não é.
Ai, ai, ai, ai, ai... preciso sair dessa. Preciso fazer coisas acontecerem. Talez voltar pras pílulas azuis de felicidade? Nem sei...
sexta-feira, maio 16, 2003
Sabe aqueles dias "tou a fim de porra nenhuma?". Pois é. Tou a fim de porra nenhuma. Sem saco para pessoas. Sem saco para trabalhar. Hoje almocei um milkshake de Ovomaltine do Bob's, meditei meia hora no MAM, comprei um livrinho de umréau do Rei Arthur pra ler pro Gabriel na feirinha de livros que tá rolando aqui em frente, na Cinelândia. Com Atmosphere do Joy Division grudada que nem chiclete na minha rádio mental. Só quero ir pra casa e ficar lendo Senhor dos Anéis quietinha até o moço chegar da faculdade... Amanhã será outro dia. Bienal, jogar RPG (D&D, scaaaaary!), dar um jeito de viajar de buzão com 3 gatos (?!)... Ah, sei lá. Eu quero cama e paz no domingo. Desenhar e ler e nerdar no micro offline em casa. Morrer pro mundo. Fui.
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